Rússia e China não podem superar influência dos EUA no mundo, diz Obama

Chicago (EUA), 10 jan (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, pediu nesta terça-feira que o país siga "vigilante, mas não assustado" na esfera mundial, ao defender que as duas outras potências que lutam pela hegemonia global, Rússia e China, não chegarão aos seus objetivos, a não ser que os EUA mudem drasticamente.

"Rivais como a Rússia e China não podem superar nossa influência no mundo todo, a não ser que renunciemos o que defendemos, e nos transformemos em outro país grande que abusa de seus vizinhos menores", disse Obama, em seu último discurso como presidente dos Estados Unidos, realizado diante de 20 mil pessoas em Chicago.

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