Venezuela realiza exercício cívico-militar contra "imperialismo"

Caracas, 14 jan (EFE).- O governo da Venezuela realiza neste sábado um exercício cívico-militar para mostrar que o povo e a Força Armada Nacional Bolivariana (FANB) podem defender o país no caso de uma invasão de uma "potência imperialista".

O exercício, que o governo garante que terá a participação de 500 mil pessoas, está sendo realizado desde o início da semana em várias partes do país. Hoje, porém, haverá a presença de todos os setores militares e, pela parte civil, dos conselhos comunais e coletivos organizados chavistas que planejaram uma passeata de seis quilômetros no oeste de Caracas.

A manifestação se encerrará no chamado Poliedro de Caracas, onde se espera que líderes do governo façam discursos. No entanto, ainda não há confirmação da presença do presidente Nicolás Maduro.

O comandante-geral da Guarda Nacional Bolivariana, major Antonio Benavides, disse que o país está fazendo "história" por realizar, pela primeira vez, essa atividade para unir o povo e os militares.

Benavides agradeceu aos civis presentes, entre eles muitas mulheres com seus filhos pequenos, e também celebrou a presença de representantes de várias regiões da Venezuela.

O ministro Aristóbulo Istúriz disse que um ato como esse envia uma "mensagem direta ao imperialismo, à oligarquia internacional e à direita fascista". "É a reafirmação do compromisso anti-imperialista, do compromisso de defesa da pátria", disse.

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