Vice de Trump participa de marcha anti-aborto e diz que movimento voltou a vencer nos EUA

Em Washington

  • Chip Somodevilla/Getty Images/AFP

    O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, discursa durante marcha anti-aborto, em Washington

    O vice-presidente dos EUA, Mike Pence, discursa durante marcha anti-aborto, em Washington

O vice-presidente dos Estados Unidos, Mike Pence, disse nesta sexta-feira (27) que o movimento "anti-aborto" voltou a vencer no país com a vitória de Donald Trump e com o Congresso controlado pelos republicanos.

Pence se tornou hoje no primeiro vice-presidente em exercício a participar da chamada "Marcha pela Vida", que todos os anos percorre as ruas de Washington para protestar contra abordo.

"A vida está ganhando de novo nos EUA. É evidente depois de eleições que deram vitórias aos anti-abortistas e com o triunfo histórico deste presidente que defende o direito à vida", afirmou Pence em seu discurso na manifestação.

"Ele (Trump) me disse se estivesse aqui agradeceria o apoio e a compaixão que vocês têm pelas mulheres e crianças dos EUA", disse.

Pence mostrou aos milhares de manifestantes a primeira medida anti-aborto que tomou o governo na primeira semana de trabalho: uma ordem executiva que proíbe o uso de recursos do governo para apoiar grupos que pratiquem ou assessorem a prática no exterior.

A próxima vitória para o movimento ocorrerá na "próxima semana", disse Pence, quando Trump irá nomear para a Suprema Corte um juiz contrário ao aborto para substituir Antonin Scalia.

"A vida está ganhando nos EUA e hoje é uma celebração do progresso que fizemos. Esse é um momento histórico para a causa da vida. Não descansaremos até restaurar essa cultura", afirmou Pence.

Pouco antes da manifestação, Trump expressou seu "apoio total" à "Marcha pela Vida" de Washington pelo Twitter e lembrou que o vice-presidente seria o principal orador do evento.

Informações não oficiais indicam que Trump discursaria na manifestação, mas foi Pence quem acabou discursando em seu nome.

Outros presidentes republicanos, como Ronald Reagan (1981-1989) e George W. Bush (2001-2009), enviaram mensagens de apoio à manifestação, mas nunca estiveram presentes no ato.
 

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