Com restrição, EUA deixarão entrar israelenses nascidos em países vetados

Jerusalém, 31 jan (EFE).- Os cidadãos israelenses nascidos em algum dos sete países vetados pelo decreto do presidente americano, Donald Trump, poderão entrar nos Estados Unidos se não tiverem um passaporte válido do país original.

A embaixada americana em Tel Aviv confirmou esses termos nesta terça-feira após a polêmica ordem que em Israel afeta a comunidade mizrahim (judeus dos países árabes e Irã), entre os quais há milhares de judeus que emigraram do Iêmen desde os anos 50.

"Se você tiver atualmente um visto dos Estados Unidos no passaporte israelense, nasceu em Iraque, Irã, Líbia, Somália, Sudão, Síria ou Iêmen e não tiver um passaporte válido de um destes países, seu visto não será cancelado e continuará sendo válido", notificou a delegação diplomática.

De acordo com a Embaixada, a concessão de vistos seguirá o processo habitual "se os cidadãos israelenses não tiverem um passaporte válido destes países e não se declararem cidadãos de algum dos Estados vetados".

A Embaixada americana esclarece que a autorização final para entrar nos Estados Unidos será sempre determinada no local de acesso.

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