Estado de saúde do terrorista do Louvre não permite que seja interrogado

Paris, 4 fev (EFE).- O estado de saúde do homem que atacou um grupo de militares ontem com dois facões perto do Museu do Louvre melhorou, mas ainda não permite que este seja interrogado, informaram neste sábado os veículos de comunicação franceses.

O terrorista, que acredita-se que é um egípcio de 29 anos de idade residente nos Emirados Árabes Unidos, recebeu vários disparos quando os agentes lhe neutralizaram, um deles na barriga, e se encontrava até agora entre a vida e a morte.

O homem foi operado ontem de urgência e, segundo fontes ligadas à investigação citadas pela imprensa local, já não corre mais risco de morte, mas ainda não pôde ser interrogado.

O agressor foi internado ontem no hospital Georges Pompidou de Paris, enquanto o militar a quem feriu levemente no couro cabeludo foi transferido ao centro hospitalar militar de Percy, na cidade vizinha de Clamart.

A procuradoria antiterrorista de Paris abriu uma investigação por "tentativas agravadas de assassinatos em relação com o terrorismo e associação terrorista criminosa", e tenta determinar se o agressor atuou sozinho, de forma espontânea, ou sob instrução.

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