Escritórios da OAS no Chile são alvos de operação policial

Santiago, 7 fev (EFE).- Agentes da Polícia de Investigações do Chile (PDI), estiveram na terça-feira em três escritórios da construtora brasileira OAS em Santiago (Chile), por conta da investigação por supostas contribuições irregulares para campanhas políticas no país.

Segundo fontes judiciais, a operação foi ordenada pela promotora Ximena Chong, quem ordenou a apreensão dos registros contábeis que vão dos anos de 2012 a 2015, que correspondem a investigação da campanha presidencial de Marco Enríquez-Ominami em 2013.

Também pelas denúncias sobre as contribuições que a empresa teria incorrido na campanha da presidente Michelle Bachelet, de acordo com a revista "Veja".

O texto também menciona uma visita feita pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva a então candidata à presidência do Chile em Santiago.

Os escritórios alvos da operação estão localizados nas comunas de Santiago, Huechuraba e Lampa.

O Ministério Público também tem em seu poder dezenas de faturas e bilhetes de entrada que dão conta de pagamentos nos meses de janeiro e fevereiro de 2013.

Na semana passada, a presidente chilena negou ter alguma ligação com a OAS.

Há pouco mais de um ano foram descobertos no Chile vários casos de financiamento ilegal de grandes empresas para campanhas políticas, que envolveram figuras de todos os setores, embora a maioria tenha atingido a oposição de direita.

Entre estas empresas está a OAS, ligada da campanha presidencial de Marco Enríquez-Ominami, em 2013, caso que é investigado, por conta de um uso de um avião executivo que construtura brasileira forneceu para suas atividades proselitistas.

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