EUA afirmam ter matado 11 membros da Al Qaeda em bombardeio na Síria

Washington, 8 fev (EFE).- O Departamento de Defesa dos Estados Unidos garantiu nesta quarta-feira em comunicado que, entre os dias 3 e 4 de fevereiro, matou 11 membros da Al Qaeda em diferentes bombardeios em Idlib, na Síria.

O Pentágono detalhou que em um primeiro ataque morreram 10 terroristas da Al Qaeda em um edifício que era utilizado como ponto de encontro e reuniões.

Em um segundo ataque, em 4 de fevereiro, o Pentágono assegura que matou Abu Hani Al-Masri, um alto comando da organização terrorista com vínculos com o líder da Al Qaeda, Ayman al-Zawahiri, e o falecido Osama bin Laden.

Segundo os Estados Unidos, Al-Masri foi o encarregado de supervisionar, recrutar, treinar e manter em funcionamento campos de treinamento de jihadistas no Afeganistão nas décadas de 80 e 90.

Além disso, o veterano terrorista era fundador da Jihad Islâmica Egípcia, um grupo terrorista sunita que foi pioneiro no uso de suicidas com coletes de explosivos.

Os Estados Unidos responsabilizaram a Jihad Islâmica Egípcia pela tentativa de atentado contra sua embaixada na Albânia em 1998.

O capitão Jeff Davis, porta-voz do Pentágono, afirmou em comunicado que "estes extremistas cada vez questionam mais a lealdade de seus membros com a extensão da paranoia em toda a rede que provocam os muitos ataques contra eles".

Davis disse ainda que as operações de bombardeios contra os grupos terroristas que encontraram refúgio na guerra civil síria continuarão para evitar seus movimentos e planejamentos.

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