China não confirma se deu proteção a irmão de líder norte-coreano

Pequim, 15 fev (EFE).- O governo chinês segue "de perto" o suposto assassinato na Malásia de Kim Jong-nam, irmão mais velho do líder norte-coreano, Kim Jong-un, apesar de por enquanto não confirmar se concedeu proteção a ele ou a sua família.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês Geng Shuang evitou nesta quarta-feira, em entrevista coletiva, confirmar ou negar repetidamente várias informações surgidas na imprensa nos últimos dois dias sobre se Pequim deu proteção no passado a Kim Jong-nam ou a sua família.

Também não revelou se a China, principal aliado internacional da Coreia do Norte, está em contato com as autoridades malaias enquanto estas tentam confirmar a identidade do falecido.

"Estamos seguindo os eventos", afirmou Geng sobre este último ponto, ao insistir que o assunto está sendo investigado na Malásia.

Fontes do governo da Coreia do Sul revelaram ontem a veículos de imprensa sul-coreanos que Kim Jong-nam foi assassinado na segunda-feira na Malásia, após ser atacado com agulhas envenenadas por duas mulheres no aeroporto internacional de Kuala Lumpur.

As autoridades malaias investigam atualmente se o cidadão norte-coreano que morreu no aeroporto na segunda-feira é efetivamente o irmão mais velho de Kim Jong-un.

O porta-voz manifestou não "ter respostas" sobre a veracidade de outras informações que apontam que a esposa e filho de Kim Jong-nam residem em Macau, uma região administrativa especial da China.

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