Operação para retomar Palmira já deixou 398 mortos entre EI e regime sírio

Cairo, 4 mar (EFE).- Pelo menos 398 membros das forças do regime sírio de Bashar al Assad e de combatentes do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) morreram desde o início da operação para recuperar a cidade monumental de Palmira, em janeiro, informou neste sábado o Observatório Sírio de Direitos Humanos.

A ONG detalhou que desde o dia 14 de janeiro, pelo menos 115 membros das forças governamentais e 283 jihadistas morreram nos combates.

Após a disputa, o regime voltou a controlar a cidade histórica, na província central síria de Homs, onde centenas de homens de ambos os lados ficaram feridos.

Além disso, no dia 20 de fevereiro, Moscou informou que quatro militares russos morreram e dois sofreram ferimentos com a explosão de um projétil ativado por controle remoto durante a passagem do veículo no qual estavam perto de Palmira.

O grupo terrorista conquistou Palmira em maio de 2015 e foi expulso oito meses depois pelos soldados sírios, mas voltou a recuperar a antiga cidade greco-romana em dezembro. Palmira voltou a ser controlada pelo Exército sírio na quinta-feira passada com a ajuda da aviação russa.

Pelo terceiro dia consecutivo, o Exército seguem neste sábado vasculhando a cidade para tentar desativar os explosivos e minas dos extremistas.

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