Trump acusa Obama de grampo telefônico durante campanha eleitoral

Washington, 4 mar (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou neste sábado o antecessor, Barack Obama, de grampear seu telefone durante a campanha eleitoral, o que comparou com o caso "Watergate", que resultou a renúncia de Richard Nixon em 1974.

Ainda sem apresentar dado algum, em uma série de tweets que publicou no começo da manhã, Trump classificou Obama como "baixo" por ter gravado conversas de seus escritórios na torre de Nova York que leva seu nome.

"Que baixo chegou o presidente Obama ao grampear meus telefones durante o sagrado processo eleitoral. Isto é Nixon/Watergate", escreveu Trump na rede social.

Para o atual governante da Casa Branca, trata-se de um caso de Macartismo, em clara referência à 'caça às bruxas' do senador ultradireitista americano Joseph McCarthy em patrulha anticomunista durante os anos 50.

Trump também afirma que a primeira reunião do polêmico procurador-geral do Estado, Jeff Sessions, com a embaixada russa aconteceu durante o governo de Obama.

Em seus tweets, Trump diz que o embaixador russo com o qual Sessions se reuniu - dado que este ocultou do Senado na sabatina antes de ser nomeado procurador-geral - foi à Casa Branca até 22 vezes durante o mandato de Obama.

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos