Passagem do ciclone Enawo deixa ao menos 38 mortos em Madagascar

Da EFE

Em Antananarivo

  • Alexander Joe/AP

    Pescador leva seu barco por campos de arroz inundados na capital de Madagascar, Antananarivo

    Pescador leva seu barco por campos de arroz inundados na capital de Madagascar, Antananarivo

A passagem do ciclone tropical Enawo por Madagascar deixou pelo menos 38 mortos, 180 feridos e 53 mil pessoas desabrigadas, afirmou o Escritório Nacional de Gestão de Riscos e Desastres do país no último balanço sobre a tragédia.

O presidente de Madagascar, Hery Rajaonarimampianina, visitou hoje a região mais afetada pelo ciclone, Sava, no nordeste do país, onde o Enawo atingiu 300 km/h.

Rajaonarimampianina acompanhou o trabalho de agentes do Programa Mundial de Alimentos e da Cruz Vermelha que prestavam primeiros socorros e serviam refeições aos afetados pela tragédia.

O ciclone deixou dezenas de milhares de pessoas desabrigadas por causa do transbordamento dos rios provocado pelas fortes chuvas.

O Enawo chegou ao leste de Madagascar na terça-feira, acompanhado de fortes chuvas, ventos constantes de mais de 200 km/h e que se prolongaram até ontem, quando o ciclone deixou o país.

As autoridades declararam alerta vermelho em várias regiões de Madagascar, um dos países mais pobres e mais vulneráveis às catástrofes naturais do mundo.

O serviço meteorológico do país já anunciou a formação de outra depressão tropical, batizada de Fernando, no Oceano Índico e que ameaça castigar a costa de Madagascar.

Relembre como foi o ciclone em Fiji em 2016

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