Bombardeiro no oeste de Al Raqqa, na Síria, deixa pelo menos 11 mortos

Cairo, 21 mar (EFE).- Bombardeiros na cidade de Al Tabqa, localizada no oeste da província de Al Raqqa, na Síria, e controlada pelo grupo terrorista Estado Islâmico (EI), mataram pelo menos 11 pessoas nesta terça-feira.

A informação foi divulgada pela ONG Observatório Sírio de Direitos Humanos, que não conseguiu precisar o número de feridos, apontando apenas que existem pessoas em estado grave, o que pode fazer aumentar a quantidade de vítimas.

A organização também não conseguiu identificar a origem dos aviões que executaram os ataques na região, que é cenário de combates entre jihadistas e Forças da Síria Democrática, uma aliança armada, liderada por milícias curdas, que tem respaldo da coalização internacional contra o EI, liderada pelos Estados Unidos.

Além disso, o Observatório divulgou que houve um bombardeio contra uma escola, no povoado de Al Mansura, ao oeste de Al Raqqa, embora o diretor do órgão, Rami Addbul Rahman, tenha dito à Agência Efe que não há informações sobre vítimas.

"É um colégio onde havia deslocados (de outras regiões), mas não sabemos se, no momento do ataque, havia pessoas em seu interior", afirmou o representante da ONG.

A organização "Al Raqqa está Sendo Massacrada em Silêncio" divulgou que membros de três famílias morreram em um bombardeio de aviões não identificados contra a escolha Al Badia, no sul de Al Mansura, sem divulgar detalhes, no entanto.

Desde 8 de março, os aviões da coalizão internacional intensificaram os ataques contra Al Raqqa e regiões do leste e oeste da província homônima, onde, pelo menos 83 civis morreram nestas ações, sendo 18 menores.

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