Vaticano acolhe 13 novos refugiados sírios

Cidade do Vaticano, 3 abr (EFE).- A Limosnería Apostólica informou nesta segunda-feira que o Vaticano recebeu três novas famílias sírias - 13 pessoas no total -, já que as famílias anteriores conseguiram se tornar independentes.

De acordo com o departamento que se ocupa das obras de caridade da Santa Sé, duas famílias são cristãs e uma é muçulmana.

As duas famílias cristãs fugiram "após sofrer sequestros e outras discriminações" por sua confissão religiosa e chegaram no mês passado à Itália. Uma delas é composta por mãe, dois filhos adolescentes, uma avó, uma tia e uma jovem que vive com eles. A outra família é formada por um casal jovem que há duas semanas teve a primeira filha. Ela ficou vários meses sequestrada pelos terroristas do Estado Islâmico (EI).

Já a família muçulmana chegou em fevereiro de 2016 e é formada por um casal, com dois filhos, um deles deficiente.

Estes refugiados chegaram à Itália graças ao programa da Comunidade de Santo Egídio, da Federação das Igrejas Evangélicas e da Mesa Valdense, que após um acordo com as autoridades italianas se ocupará de proporcionar a documentação, o alojamento e fazer um trabalho de integração dos sírios que estavam em acampamentos no Líbano. Com este programa já são cerca de 800 os refugiados que chegaram à Itália no último ano.

O papa Francisco pediu em 6 de setembro de 2015 a colaboração de paróquias, comunidades religiosas, santuários e mosteiros para o acolhimento de refugiados.

Além dos três apartamentos da Cidade do Vaticano, a Santa Sé sustenta financeiramente 21 pessoas que chegaram à Itália vindas da Ilha de Lesbos.

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