EUA dizem que quem escolhe defender o regime sírio deve fazê-lo publicamente

Nações Unidas, 7 abr (EFE).- Os Estados Unidos defenderam nesta sexta sua decisão de convocar uma reunião pública do Conselho de Segurança da ONU sobre a Síria e argumentaram que os países que "escolhem defender as atrocidades do regime sírio "devem fazê-lo publicamente".

O órgão máximo de decisão das Nações Unidas analisará hoje com urgência a situação na Síria após o ataque lançado na quinta-feira pelas forças americanas contra a base aérea de Shayrat, a primeira ação militar direta de Washington contra o governo de Bashar al Assad.

"Os EUA, como presidente do Conselho este mês, decidiram que a sessão aconceça em aberto", explicou em um breve comunicado a embaixadora americana, Nikki Haley.

"Qualquer país que escolher defender as atrocidades do regime sírio terá que fazê-lo diante do público, para que todo o mundo escute", acrescentou.

A reunião começará com um relatório oral a cargo do responsável de Assuntos Políticos da ONU, o americano Jeffrey Feltman.

O secretário geral das Nações Unidas, António Guterres, fez hoje um pedido de contenção após a intervenção dos EUA e alertou sobre o risco de uma "escalada".

"Consciente do risco de uma escalada, peço contenção para evitar qualquer ato que possa aprofundar o sofrimento dos sírios", disse Guterres em um comunicado.

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