EUA pressionam Venezuela a "reconsiderar" inabilitação de Capriles

Washington, 10 abr (EFE).- Os Estados Unidos pressionaram nesta segunda-feira o governo de Nicolás Maduro para que "reconsidere" a inabilitação de 15 anos para o exercício de cargos públicos imposta ao líder opositor Henrique Capriles e para que a Venezuela convoque eleições "livres e justas".

"Os EUA veem com profunda preocupação as ações do governo venezuelano para impedir que Capriles - destacado membro democraticamente escolhido da oposição e ex-candidato presidencial - participe da vida pública do país durante 15 anos", diz um comunicado do Departamento de Estado americano.

A pasta liderada pelo secretário Rex Tillerson pede que Maduro "reconsidere a decisão de inabilitar Capriles", "restabeleça a ordem democrática" e convoque eleições "livres e justas" em "harmonia com os instrumentos internacionais".

No comunicado, o Departamento de Estado também citou os protestos dos últimos dias na Venezuela, pediu que o governo "respeite" o direito à manifestação e para que os manifestantes se expressem de forma "não violenta".

"Exigimos aos manifestantes que se expressem de maneira não violenta e pedimos às forças de segurança do governo que protejam os protestos pacíficos", disse o Departamento de Estado após os distúrbios ocorridos no território venezuelano.

"A liberdade de manifestação é um direito humano universal que as autoridades venezuelanas devem respeitar", acrescentou o comunicado. EFE

at/vnm

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