Sobe para 37 número de mortes ligadas a protestos antigoverno na Venezuela

Caracas, 5 mai (EFE).- O jovem Miguel Medina, de 20 anos, morreu nesta sexta-feira no estado de Zulia, na Venezuela, nove dias após ter sido internado devido a ferimentos sofridos durante um protesto contra o governo do presidente Nicolás Maduro, informaram a imprensa local e líderes da oposição, o que aumentou para 37 o número de mortes em manifestações deste tipo em cerca de um mês.

O portal da rede de televisão privada "Venevisión" disse que Medina foi ferido por "impacto de bala" em 26 de abril "quando foi buscar seu irmão, que estava em um protesto" na cidade de Maracaibo, capital de Zulia e segunda maior cidade do país.

Já o jornal regional "Panorama" afirmou, também em site, que a vítima foi ferida em 3 de maio "após ter recebido um tiro na barriga" e destacou que a morte do jovem é a primeira em Zulia desde que começaram os protestos antigovernamentais em todo o país em 1º de abril.

Apesar de as autoridades não confirmarem a morte, vários dirigentes da frente opositora Mesa da Unidade Democrática (MUD) já se pronunciaram através das redes sociais para repudiar o caso.

"Solidários à família de Miguel Medina, um jovem de 20 anos assassinado pela injustiça e a covardia. Basta de tanta violência!", escreveu no Twitter o deputado opositor Juan Pablo Guanipa, natural de Zulia.

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