EI mata 15 homens acusados de lealdade ao Exército egípcio

Cairo, 11 mai (EFE). - O Estado Islâmico (EI) matou 15 supostos homens armados leais ao Exército egípcio no norte da Península do Sinai, conforme um comunicado emitido nesta quinta-feira pelo grupo terrorista, cuja autenticidade não pôde ser comprovada.

Em várias contas do Instagram, o EI publicou fotos de sete cadáveres vestidos como civis em uma zona desértica. Segundo o grupo Wilayat Sayna (filial egípcia do EI) e a agência "Amaq", pertencente aos jihadistas, os "soldados do califado "fizeram ontem uma emboscada no oeste de Baraz, no norte do Sinai, a um grupo de supostos milicianos armados pelo Exército.

As autoridades egípcias nunca falaram da eventual existência de milícias paramilitares armadas pelo Exército para combater o EI, embora vários veículos de comunicação do país já tenham citado essa presença.

O grupo radical divulgou o comunicado pouco depois de o Exército egípcio anunciar a morte de quatro extremistas no centro da Península do Sinai, em uma operação contra os esconderijos do grupo. No entanto, a nota militar não faz menção às mortes informadas pelo EI.

Na província do Norte do Sinai, onde o Wilayat Sayna tem sua base, está em vigor desde 2014 o estado de emergência e existe um total vazio de informação.

Em abril deste ano, o Egito declarou o estado de emergência por três meses em todo o país, por causa dos atentados nas igrejas coptas de Tanta e Alexandrias, que causaram a morte de 46 pessoas e deixaram mais de 100 feridas.

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