Irmandade Muçulmana condena ataque contra ônibus de cristãos coptas no Egito

Cairo, 26 mai (EFE).- O grupo islamita Irmandande Muçulmana condenou o "terrível" ataque ocorrido nesta sexta-feira na província de Minia, no sul do Egito.

Em sua página oficial no Facebook, a Irmandade Muçulmana disse que, como em outras ocasiões, o "derratamento do sangue egípcio é proibido" e que os ataques são um "crime". Além disso, disse que o atentado deixou "dezenas de vítimas cristãs inocentes".

"Os ataques criminais contra os cristãos e os muçulmanos conduzem o país a uma situação perigosa. As autoridades golpistas são responsáveis por esse crime e todos os outros", disse o grupo.

Membros da Irmandade Muçulmana foram perseguidos, julgados e presos no Egito desde o golpe de estado de 2013 contra o presidente Mohamed Morsi. Desde então, os ataques contra as forças de segurança e as autoridades que derrubaram o líder do grupo se multiplicaram.

Por esse motivo, o governo do Egito costuma ligar a Irmandade Muçulmana com qualquer ação terrorista ou ataque às forças de segurança do país.

Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque até o momento.

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