Presidente de Taiwan pede à China mente aberta ao lembrar 20 anos de massacre

Taipé, 4 jun (EFE).- A presidente de Taiwan, Tsai Ing-wen, pediu neste domingo à China que enfrente o massacre de Tiananmen "com a mente aberta", no dia em que o fato completa 20 anos.

Em uma mensagem na rede Facebook, Tsai lembrou hoje os manifestantes pacíficos que morreram durante a repressão na praça de Tiananmen, em Pequim, entre 3 e 4 de junho de 1989, em um incidente no qual "um grupo de estudantes e cidadãos desafiou a realidade da China e iluminou toda uma geração".

A presidente apontou que nos últimos anos muitas pessoas de Hong Kong e China foram a Taiwan para ver sua "democracia e liberdade" e comprovar que "não se pode caminhar para trás".

Desse modo reiterou em sua mensagem que Taiwan não cederá em democracia para agradar a China.

Taiwan está disposta a compartilhar com a China suas experiências sobre o caminho para a democracia para minimizar os problemas, apontou a governante.

A líder acrescentou que Pequim deve abandonar sua visão do massacre de Tiananmen como "um distúrbio contra-revolucionário" e "reavaliar" sua visão desse fato histórico.

"A China continental impressionará o mundo se voltar a examinar o incidente de 4 de junho de 1989", apontou Tsai.

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