UE lamenta morte de Helmut Kohl, um "aliado" e "visionário" europeu

Bruxelas, 16 jun (EFE).- As instituições da União Europeia (UE) lamentaram nesta sexta-feira a morte do ex-chanceler alemão Helmut Kohl, a quem qualificaram de "visionário" e "aliado" do projeto comunitário sem quem o euro "não existiria".

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, transmitiu suas condolências ao povo alemão e à família e amigos de Kohl, "que fará muita falta porque ele era a Europa".

"Helmut Kohl encheu de vida o projeto europeu, não só por construir pontes para o leste e o oeste, mas também porque nunca deixou de construir melhores perspectivas para o futuro da Europa", declarou Juncker em um comunicado.

Juncker assegurou que Kohl "entendeu a importância econômica e política e o inestimável valor de ter uma moeda única no continente" e se mostrou convencido que o euro "não existiria" sem o ex-chanceler.

"Ele nunca esqueceu que o projeto europeu salvou este continente após as duas guerras mundiais", acrescentou.

Por sua vez, o presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, afirmou em sua conta no Twitter que "sempre" lembrará de Kohl, um "amigo e homem de Estado que ajudou a reunificar a Europa".

Já o presidente do parlamento europeu, Antonio Tajani, se referiu ao ex-chanceler como um "visionário" que lutou pela "reconciliação e a unidade entre os povos europeus".

"Pai da UE e da Alemanha reunificada. Um vanguardista para ver um futuro europeu para a sua nação", escreveu Tajani na mesma rede social.

Helmut Kohl, chefe do governo alemão entre 1982 e 1998, morreu hoje aos 87 anos em sua casa de Ludwigshafen, no sudoeste do país. EFE

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