OEA elege jurista brasileira para a CIDH

Cancún (México), 21 jun (EFE).- Os países da Organização dos Estados Americanos (OEA) elegeram nesta quarta-feira, em Cancún (México), a jurista brasileira Flávia Cristina Piovesan como nova integrante da comissão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para o período 2018-2021.

Ex-secretária Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Piovesan, que recebeu 21 votos, foi uma dos três candidatos eleitos hoje. Os outros foram Joel Hernández García, do México, com 28, e Antonia Urrejola Noguera, do Chile, com 19.

Os três substituirão Paulo Vannuchi (Brasil), James L. Cavallaro (EUA) e José de Jesús Orozco Henríquez (México).

Os concorrentes derrotados na votação desta quarta foram Carlos Horacio de Casas (Argentina), que ficou com 11 votos, Douglas Cassel (EUA), com 16, e Gianella Bardazano Gradin (Uruguai), com 6.

A candidatura que tinha sido mais questionada tanto dentro como fora de seu país foi a do argentino De Casas, que recebeu críticas de organizações como a Human Rights Watch (HRW) e de ex-presidentes da CIDH. Um painel independente de especialistas o apontou como o único candidato que não consideravam adequado para integrar a Comissão.

Os candidatos são indicados pelos governos de seus próprios países, e organizações da sociedade civil pedem mais voz nesse processo.

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