Bombardeio em prisão do Estado Islâmico deixa mata 57 pessoas

Beirute, 27 jun (EFE). - Pelo menos 57 pessoas morreram ontem em um provável bombardeio da coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos contra um centro de detenção do grupo terrorista Estado Islâmico (EI) em Mayadin, no nordeste da Síria, informou o Observatório Sírio de Direitos Humanos nesta terça-feira.

A entidade disse que os ataques aéreos causaram a morte de 42 presos comuns e 15 guardas e prisioneiros do EI, mas não descartou que o número aumente porque existem desaparecidos entre os escombros.

O "DeirEzZor24", uma plataforma independente de notícias que atua dentro da Síria, afirmou em seu site que o número de falecidos poderia superar os 60.

Segundo o Observatório, o local abrigava 100 detentos, entre civis e membros do próprio EI. Antes de ser uma prisão, o espaço era a casa do dirigente da ex-filial síria da Al Qaeda Abu Abdulla al Nuaimi, assassinado pelo EI, que transformou o imóvel.

A ONG acrescentou que, após este ataque, aviões que provavelmente eram da coalizão voltaram a atacar Mayadin na última madrugada e tiveram como alvo uma base da Brigada dos Falcões do Deserto, vinculada ao EI. Neste ataque, uma mulher vizinha do quartel, que tinha sido esvaziado pelos extremistas após o ataque à prisão, morreu.

O "DeirEzZor24" informou que a prisão do EI fica nos arredores de Al Tiba, perto de Mayadin.

Mayadin fica na parte leste de Deir ez-Zor, quase totalmente dominada pelo EI.

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