Segib e Efe lembram 25 anos de Cúpulas Ibero-Americanas e olham para o futuro

Madri, 3 jul (EFE).- A Cúpula Ibero-Americana completou 25 edições, um período que a Secretaria-Geral Ibero-Americana (Segib) e a Agência Efe festejam com um livro que, através de 25 entrevistas com pessoas de todos os campos, relata o que é a região e faz uma previsão para seu futuro.

O livro "25 anos de Cúpulas Ibero-americanas" será apresentado na terça-feira, pela secretária-geral ibero-americana, Rebeca Grynspan, e o presidente da Agência Efe, José Antonio Vera.

Um livro que dá a palavra a personalidades da música, do cinema, da literatura, da ciência, do jornalismo, do esporte, da política e da economia para repassar a história recente da região e a visão dos entrevistados.

A I Cúpula Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo ocorreu na cidade mexicana de Guadalajara em 1991 e nela foram sentadas as bases para criar um fórum de encontro que permitisse avançar em um processo político, econômico e cultural comum.

"Vinte e cinco anos parece pouco, mas é muito tempo", assegura um dos entrevistados. Um quarto de século "gerando o diálogo mais estável da região", atendendo "as demandas dos países que, tirando as diferenças e potencializando as semelhanças, trabalham unidos na busca da prosperidade para os seus cidadãos", indica a Secretaria Geral Ibero-americana (Segib) no seu site.

O diretor de orquestra venezuelano Gustavo Dudamel; a fadista portuguesa Mariza; os atores Ricardo Darín (Argentina), e Antonio Banderas (Espanha), o arquiteto chileno Alejandro Aravena e os colombianos Jaimer Abello (jornalista) e Elkin Patarroyo (cientistas) são alguns dos entrevistados.

Também dão a palabra o escritor cubano Leonardo Padura, o chef peruano Gastón Acurio, o jogador costarriquenho Keylor Navas; o uruguaio Enrique Iglesias - primeiro-secretário-geral ibero-americano-; o presidente do Equador, Lenin Moreno, e a escritora mexicana e Prêmio Cervantes Elena Poniatowska.

E assim até 25 vozes "que desde os seus locais de origem cresceram, se formaram, viveram e foram testemunhas da evolução" de 22 países que são unidos pela história, cultura e forma de ser. Histórias de vida que "junto às reuniões, desenham o melhor dos rostos que nos lembra que somos Ibero-América", acrescenta a Segib.

A apresentação de "25 anos de Cúpulas Ibero-Americanas" se completará com uma conversa sobre "A transformação da Ibero-América: a cultura como termômetro da região".

O músico brasileiro Carlinhos Brown; o Embaixador Ibero-Americano da Cultura e músico uruguaio, Jorge Drexler; a cantora peruana Susana Baca; o diretor-geral da Fundação Nova Jornalismo Ibero-americano, o colombiano Jaime Abello; a produtora uruguaia Mariela Besuievsky e o dançarino de hip-hop colombiana Duván Arizala, protagonizarão o debate.

Todos eles - lembra a Segib - são "referências que marcaram o ritmo das suas disciplinas durante o último quarto de século" e através de seu olhar tentará entender "a Iberoamérica do futuro desde a perspectiva da criação, os valores que nos unem e a cultura".

O fechamento do ato ficará a cargo de Grynspan e do secretário de Estado espanhol de Cooperação Internacional e para Iberoamérica, Fernando García Casas.

Os membros da Conferência Ibero-americana - cuja máxima instância são as cimeiras - são os 22 países de Iberoamérica: 19 países da América Latina de línguas castelhana e portuguesa, mais Andorra, Espanha e Portugal.

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