Trump defende filho por reunião com russa e diz que qualquer um faria igual

Paris, 13 jul (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu publicamente nesta quinta-feira o filho em meio à crise aberta pela reunião de Donald Trump Jr. com uma advogada russa e declarou que qualquer um teria agido igual na mesma situação.

A polêmica surgiu após alguns e-mails revelarem que o primogênito do governante se reuniu em junho de 2016 com essa advogada, de quem Donald Trump Jr. acreditava que conseguiria obter informações procedentes do Kremlin para prejudicar a democrata Hillary Clinton, então rival do pai nas eleições presidenciais do ano passado.

Trump disse em Paris que a mulher não era uma advogada do governo e que esse encontro foi "muito, muito rápido" e não resultou em nada.

"Acredito que, de um ponto de vista prático, todo mundo teria feito. A política não é o negócio mais engraçado do mundo", indicou o presidente, que ressaltou que a imprensa "aumentou algo que muita gente teria feito".

A crise surgida por esse encontro deu argumentos às investigações sobre uma possível colaboração entre a campanha de Trump e a Rússia para influenciar no resultado das eleições de novembro passado nos Estados Unidos.

Trump se expressou assim no primeiro de seus dois dias de visita oficial a Paris, onde nesta quinta-feira foi recebido com honras militares pelo presidente francês, Emmanuel Macron.

Após um jantar nesta noite no restaurante Jules Verne da Torre Eiffel junto às esposas de ambos os presidentes, Trump comparecerá amanhã ao tradicional desfile da Festa Nacional francesa, que neste ano celebra o centenário da entrada das tropas americanas na Primeira Guerra Mundial (1914-1919).

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