Jordânia exige "reabertura imediata" da mesquita de Al-Aqsa, em Jerusalém

Amã, 14 jul (EFE).- O governo da Jordânia, custódio dos locais sagrados muçulmanos em Jerusalém, exigiu de Israel a "reabertura imediata" aos fiéis da mesquita de Al-Aqsa e condenou o ataque ocorrido nesta sexta-feira, no qual morreram os três agressores árabe-israelenses e dois polícias israelenses.

Após o ataque, Israel decretou hoje - uma sexta-feira, dia de orações para os muçulmanos - o fechamento da Esplanada das Mesquitas, o que gerou protestos da comunidade islâmica.

"Israel deve reabrir imediatamente a mesquita de Al-Aqsa e abster-se de tomar qualquer medida unilateral que mude o status histórico de Jerusalém e da mesquita dee Al-Aqsa", disse o porta-voz do governo jordaniano, Mohamed Momani, citado pela agência oficial de notícias "Petra".

Momani, que condenou o episódio de violência ocorrido na Esplanada das Mesquitas, também pediu a abertura de uma investigação "imediata e integral" do incidente.

Em virtude do acordo de paz de 1994, Israel reconheceu o direito da Jordânia de custodiar os santuários sagrados islâmicos e cristãos em Jerusalém Oriental, que esteve sob soberania jordaniana até ser ocupada por Israel na Guerra dos Seis Dias de 1967.

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