Nicarágua lamenta morte de Marco Aurélio Garcia, ex-assessor de Lula e Dilma

Manágua, 20 jul (EFE).- O governo da Nicarágua lamentou nesta quinta-feira a morte do historiador Marco Aurélio Garcia, que foi assessor especial para Assuntos Internacionais dos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff, falecido hoje aos 76 anos vítima de um infarto.

"Cumprimentar nesta hora triste os companheiros do Partido dos Trabalhadores (PT), Lula e Dilma, com todo o carinho e a solidariedade do comandante Daniel (Ortega), minha pessoa, o nosso povo, nosso FSLN (Frente Sandinista da Libertação Nacional), acompanhando-lhes nesta hora triste", declarou a vice-presidente e primeira-dama, Rosario Murillo, em uma mensagem.

O Executivo da Nicarágua destacou "o exemplo de trabalho em todos os temas das relações internacionais" do historiador brasileiro.

Nascido em Porto Alegre, Garcia sofria há anos de problemas cardíacos que se agravaram em 2013 e levaram os médicos a realizar uma complicada operação para implantar duas pontes de safena.

Durante os governos do PT, o professor aposentado de História da Unicamp foi um homem-chave na política externa do Brasil, especialmente em assuntos ligados à América Latina, região à qual dedicou boa parte de seus estudos e sua vida política.

Garcia participou em 1980 da fundação do PT ao lado de Lula e também foi um dos promotores do Foro de São Paulo, que reúne os partidos de esquerda da América Latina.

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