Santos define cassação de procuradora venezuelana como "ato ditatorial"

Bogotá, 5 ago (EFE).- O presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, definiu como um "ato ditatorial" a decisão da Assembleia Constituinte da Venezuela de tirar a procuradora-geral do país, Luisa Ortega Díaz, do cargo.

"A destituição da procuradora Luisa Ortega é o primeiro ato ditatorial de uma Constituinte ilegítima. Reiteramos solidariedade com povo venezuelano", escreveu Santos no Twitter.

A Assembleia Constituinte da Venezuela, cujos membros foram definidos há quase uma semana em uma polêmica eleição que só contou com aliados do presidente Nicolás Maduro e que tomou posse ontem, aprovou neste sábado a cassação de Ortega e a proibiu de exercer qualquer cargo público.

Para o lugar de Ortega, que ainda pode ser levada a julgamento, os aliados de Maduro designaram o titular da Defensoria do Povo, Tarek William Saab.

A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) informou na sexta-feira que decretou medidas cautelares de proteção a Ortega, alegando que ela enfrenta um "risco iminente de dano irreparável". EFE

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