China pede à Coreia do Norte para "não provocar" com mísseis e armas atômicas

Manila, 6 ago (EFE).- O ministro de Exteriores da China, Wang Yi, pediu neste domingo em Manila a seu colega da Coreia do Norte, Ri Yong-ho, para "não provocar" com o programa nuclear e de mísseis do seu país, horas depois de a ONU impor novas sanções a Pyongyang.

Wang pediu a Ri que seu país "não viole as resoluções da ONU nem provoque a comunidade internacional com lançamentos de mísseis ou testes nucleares", informou à imprensa o chefe da diplomacia chinesa após se encontrar com seu colega norte-coreano.

O encontro aconteceu à margem da reunião de ministros de Exteriores da Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) que acontece na capital filipina e da qual participam como convidados os chefes da diplomacia de outros 17 países, entre eles Estados Unidos, China, Rússia e as duas Coreias.

O programa nuclear e de armas da Coreia do Norte está ocupando grande parte da agenda da reunião, especialmente desde que o Conselho de Segurança da ONU - com a autorização da China - impôs ontem novas sanções ao país.

O ministro de Exteriores chinês também pediu a Seul e Washington para "deixar de aumentar as tensões", em uma aparente referência ao recente endurecimento da postura do Governo do presidente americano, Donald Trump, que aumentou sua pressão para isolar econômica e diplomaticamente o regime de Kim Jong-un.

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