Ofensiva contra o Estado Islâmico em Al Raqqa já deixou mais de 1.600 mortos

Cairo, 10 ago (EFE).- Mais de 1.600 pessoas morreram, entre elas quase 600 civis, desde o início em junho da ofensiva para recuperar a cidade de Al Raqqa, no norte da Síria, das mãos do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

O Observatório Sírio de Direitos Humanos informou que desde o início dos ataques, realizados pelas Forças da Síria Democrática (FSD), uma aliança armada liderada por milícias curdas, morreram 1.610 pessoas. Do total, 595 são civis.

De acordo com a organização, entre os civis mortos estão 136 crianças e 84 mulheres. Um ativista do Observatório também foi vítima dos confrontos entre o EI e as FSD.

No total, 702 combatentes do EI morreram nos enfrentamentos, que provocaram a morte de 313 milicianos das FSD, entre eles alguns estrangeiros.

O Observatório informou que os bombardeios aéreos na cidade deixaram várias pessoas gravemente feridas na cidade. Algumas delas ainda lutam pela vida em hospitais improvisados. Além disso, dezenas de casas e prédios públicos foram destruídos pelos ataques.

As FSD iniciaram o ataque à Al Raqqa, considerada como a capital do califado proclamado pelo EI em 2014, em 6 de junho, com apoio da coalizão internacional e das forças especiais dos Estados Unidos EFE

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