Presidente do Equador afirma que ex-ministro se entregará à Justiça

Quito, 11 ago (EFE).- O presidente do Equador, Lenín Moreno, anunciou que o ex-ministro de Hidrocarbonetos, Carlos Pareja Yanuzzelli, foragido e investigado por supostos casos de corrupção, se entregará nesta sexta-feira à Justiça.

"Em poucos minutos Carlos Pareja Yannuzzelli se entregará para responder pelas suas acusações, comprometendo-se a colaborar com a Justiça", escreveu Moreno na sua conta no Twiiter.

Sem entrar em maiores detalhes sobre a entrega de Pareja Yanuzzelli, investigado por casos de corrupção na estatal petroleira Petroecuador, Moreno destacou nessa rede social que a "luta contra a corrupção continua".

Em outro tweet, o governante agradeceu o apoio do presidente da Assembleia Nacional, José Serrano, do movimento governista Aliança País (AP), no poder desde o ano 2007.

No último dia 15 de fevereiro, um tribunal judicial do Equador condenou Pareja Yannuzzelli pelo delito de suborno, bem como outros 15 ex-funcionários da Petroecuador, no marco de uma investigação sobre uma suposta rede de corrupção na petroleira estatal.

A Promotoria Geral do Estado (FGE) disse então em um comunicado que dez pessoas foram declaradas como autoras do delito e seis como cúmplices.

O Tribunal ordenou aos sentenciados como autores de suborno o pagamento de US$ 25 milhões como reparação à Petroecuador, e aos condenados como cúmplices um pagamento de US$ 12,5 milhões.

No caso sobre corrupção na Petroecuador, a promotoria também investiga outros delitos como lavagem de dinheiro, peculato, enriquecimento ilícito, perjúrio e crime organizado.

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