Austrália pede "pressão sem precedentes" sobre Coreia do Norte

Sydney (Austrália), 4 set (EFE).- A comunidade internacional deve exercer uma "pressão sem precedentes" contra a Coreia do Norte para que desista da sua corrida armamentista, pediu nesta segunda-feira (data local) a ministra de Exteriores da Austrália, Julie Bishop, depois que Pyongyang testou sua bomba atômica mais potente até o momento.

Em declarações ao "Canal 9" da televisão local, Bishop considerou que o regime de Kim Jong-un "deve pagar um preço significativo por seu último experimento nuclear", ao defender a implementação das sanções impostas pelo Conselho de Segurança (CS) da ONU, que entrarão em vigor este mês.

O primeiro-ministro australiano, Malcolm Turnbull, reiterou seu pedido para que a China corte laços econômicos com a Coreia do Norte para evitar que continue financiando seus testes balísticos e nucleares "ilegais", que representam "a pior ameaça à paz desde o fim da Guerra da Coreia ", segundo declarou à emissora local "ABC".

"Neste momento, Kim Jong-un escolheu enfrentar a China, desafiar a China e isto demanda uma resposta forte da China", disse Turnbull, ao se juntar às condenações internacionais contra o último teste norte-coreano.

Segundo a "Sky News", funcionários dos serviços de Inteligência australianos advertiram que o último experimento nuclear norte-coreano aumenta "significativamente seu poder coercitivo".

A Coreia do Norte testou no domingo a sua bomba atômica mais potente até o momento, um artefato termonuclear que segundo o regime pode ser instalado em um míssil intercontinental, o que se for confirmado representaria um importante e perigoso avanço em suas capacidades militares.

Receba notícias do UOL. É grátis!

Facebook Messenger

As principais notícias do dia pelo chatbot do UOL para o Facebook Messenger

Começar agora

Receba por e-mail as principais notícias, de manhã e de noite, sem pagar nada. É só deixar seu e-mail e pronto!

UOL Cursos Online

Todos os cursos