Merkel pede que Venezuela permita saída de Tintori e condena "arbritariedade"

Berlim, 4 set (EFE).- A chanceler alemã, Angela Merkel, exigiu nesta segunda-feira ao Governo venezuelano que suspenda a proibição de saída do país de Lilian Tintori, ativista e esposa do líder opositor Leopoldo López, que iria ser recebida em Berlim, ao mesmo tempo que expressou sua "incompreensão" perante essa nova "arbitrariedade".

"Exigimos ao Governo venezuelano que suspenda imediatamente a proibição de viagem à senhora Tintori e permita sua saída à Europa", disse em coletiva de imprensa o porta-voz do Governo alemão, Steffen Seibert.

Seibert acrescentou que o Executivo alemão condena este passo das autoridades venezuelanas, que qualificou de "uma prova a mais da arbitrariedade" do governo do presidente venezuelano, Nicolás Maduro.

O porta-voz disse que a chanceler recebeu "com pesar e incompreensão" a notícia de que as autoridades venezuelanas criaram obstáculos no sábado para a saída de Tintori do país, que tinha previsto iniciar uma viagem à Europa.

Seibert lembrou que a viagem da ativista incluía conversas com os chefes de Governo da Espanha, França e Reino Unido, e que na Alemanha, Tintori está convidada junto ao presidente do Parlamento venezuelano, Julio Borges, a se reunir com a chanceler para abordar a atual situação política e de direitos humanos na Venezuela.

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