George Clooney revela que acolheu refugiado iraquiano de minoria perseguida

Los Angeles (EUA), 6 set (EFE).- O ator George Clooney revelou nesta quarta-feira que, junto com sua esposa Amal, acolheu em uma das suas casas um refugiado iraquiano pertencente aos yazidis, uma minoria religiosa que sofreu nos últimos anos uma sangrenta perseguição do grupo terrorista Estado Islâmico (EI).

Segundo informou hoje o site da revista "The Hollywood Reporter", os Clooney ofereceram um teto a este homem na residência que têm em Augusta, uma cidade do estado do Kentucky, nos Estados Unidos.

"(O refugiado) estava em um ônibus para Mossul (no Iraque) e o EI disparou contra os dois motoristas e disse: 'Aos que queiram ir à universidade, vamos atirar em vocês'", relatou Clooney.

"Sobreviveu e chegou aos Estados Unidos. Passou por todos os controles e, uma vez feito isso, foi como: 'Escute, vamos te apoiar. Quer conseguir uma educação? Quer que sua vida avance? Isso é algo que podemos fazer", acrescentou.

O ator e diretor contou ainda que o refugiado é agora um estudante na Universidade de Chicago.

A defesa dos refugiados não é algo novo para sua esposa, Amal Clooney, uma prestigiada advogada internacional que, entre outros casos, protegeu os interesses e direitos das mulheres yazidis que foram vítimas do EI.

Tanto George como Amal Clooney são conhecidos pelos seus trabalhos humanitários em diferentes campos, especialmente através da sua organização Clooney Foundation for Justice, que o casal criou em 2016.

Há duas semanas, os dois se comprometeram a doar US$ 1 milhão ao Southern Poverty Law Center (SPLC) para ajudar esta organização na sua luta contra os crimes racistas e de ódio nos Estados Unidos.

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