Merkel não descarta sanções da União Europeia à Venezuela

Berlim, 6 set (EFE).- A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, recebeu nesta quarta-feira em Berlim o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, o deputado opositor Julio Borges, e não descartou a possibilidade de a União Europeia impor sanções ao governo de Nicolás Maduro.

"A chanceler expressou apoio ao povo venezuelano e a todas as forças democráticas na busca de uma solução pacífica e construtiva para o conflito. Para isso, não descartou possíveis sanções da UE", destacou o governo da Alemanha em comunicado após o encontro.

O temas centrais do diálogo foram a situação política atual da Venezuela, a preocupante situação dos direitos humanos e os dramáticos problemas de abastecimento, segundo a nota.

O governo da Alemanha pediu ao presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, que volte à mesa de negociações e que cumpra a promessa de iniciar um diálogo nacional no país.

A Alemanha denunciou ao longo das últimas semanas a "eliminação sistemática das normas fundamentais" da democracia e do Estado de direito por parte do governo de Maduro.

Borges divulgou no Twitter várias imagens da reunião com Merkel. Segundo ele, a chanceler expressou "absoluto respaldo" ao povo venezuelano e à Assembleia Nacional.

Merkel também mostrou, de acordo com o deputado, "profunda preocupação" com a grave crise humanitária e a constante violação dos direitos humanos na Venezuela.

O governo da Alemanha lamentou o fato de a viagem à Europa da ativista e esposa do líder opositor Leopoldo López, Lilian Tintori, ter sido impedida pelas autoridades venezuelanas.

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