Premiê da Holanda diz que situação de saques em Saint Martin é grave

Haia, 7 set (EFE).- O primeiro-ministro da Holanda, Mark Rutte, lamentou nesta sexta-feira que mais de 40 mil residentes da ilha de Saint Martin estejam sem que suas necessidades básicas sejam atendidas e afirmou que a situação de saques na região é grave após a passagem do furacão Irma.

O primeiro-ministro reconheceu que há dificuldades para realizar as tarefas de resgate e de distribuição de ajuda na ilha, cuja administração é compartilhada por Holanda e França.

Rutte disse que a situação está "muito ruim" e indicou que a segurança é uma das "prioridades mais urgentes" dos soldados holandeses enviados à ilha. Depois da passagem do Irma, vários saques foram registrados na região. Nas ruas, há muitas pessoas com revólveres e armas brancas.

"Estamos tentando levar água, comida e remédios à ilha o mais rápido que conseguirmos. Também kits médicos. Temos que ser rápidos porque o próximo furacão, o José, está a caminho", disse Rutte.

Por causa dos problemas de segurança, o porto e o aeroporto de Saint Martin podem ser agora utilizados por militares.

O primeiro-ministro não quis dar números de vítimas porque ainda não possui dados confiáveis, mas prometeu não abandonar os moradores de Saint Martin.

O rei da Holanda, Guilherme Alexandre, viajou para Curaçao para prestar apoio à missão que fornece ajuda a Saint Martin.

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