Tribunal egípcio condena à morte 11 acusados de terrorismo

Cairo, 9 set (EFE).- Um tribunal do Egito condenou à morte neste sábado 11 pessoas acusadas de formar um grupo para planejar assassinatos e participar em concentrações armadas.

Segundo uma fonte judicial, as sentenças foram enviadas ao mufti do Egito para que emita seu ditame - não vinculativo - sobre as mesmas, antes que no próximo dia 22 de outubro o juiz anuncie o veredito final.

Em tal sessão serão divulgadas também as penas contra os outros 15 processados no caso, conhecido como "a célula de Guiza".

Entre as acusações contra os suspeitos se encontra a de "criar um grupo ilegal com o objetivo de invalidar a ordem constitucional e legal e impedir o funcionamento das instituições do Estado".

Além disso, o juiz lhes considerou culpados de lançar um coquetel molotov em um oficial das forças de segurança da província de Guiza, bem como de roubar uma arma militar e de fabricar explosivos, entre outras acusações.

Os tribunais egípcios emitiram centenas de sentenças de morte contra membros ou simpatizantes da Irmandade Muçulmana, considerada um grupo terrorista, desde a derrocada do então presidente, o islamita Mohamed Mursi, em um golpe de Estado em 3 de julho de 2013. EFE

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