Congresso decide manter imunidade do presidente da Guatemala

Cidade da Guatemala, 11 set (EFE).- O Congresso da Guatemala decidiu nesta segunda-feira não retirar a imunidade do presidente do país, Jimmy Morales, denunciado pelo Ministério Público por supostamente ocultar financiamento eleitoral do partido politico com o qual chegou ao poder em 2015.

A recomendação de uma comissão legislativa de retirar a imunidade do presidente só obteve 25 votos, quando necessitava de 105 para ser aprovada, na sessão plenária desta segunda-feira, da qual participaram 129 parlamentares.

O deputado Walter Félix, do partido da ex-guerrilha da Unidade Revolucionária Nacional Guatemalteca (URNG) e um dos que votou a favor de tirar a imunidade do presidente, disse que "se deu uma punhalada no povo" e assegurou que a votação "foi viciada".

Morales foi denunciado pelo Ministério Público e pela Comissão Internacional Contra a Impunidade na Guatemala (Cicig) por ocultar informação sobre os fundos recebidos pelo seu partido, Frente de Convergência Nacional (FCN-Nación), para financiar a campanha de 2015 quando ele era secretário-geral da legenda.

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