Pilhagens em San Martin após passagem do Irma faz França reforçar segurança

Paris, 11 set (EFE).- O ministro de Interior da França, Gérard Collomb, anunciou hoje "uma dezena de detenções" por pilhagens na parte francesa da ilha de San Martin após a passagem do furacão Irma e afirmou que com o reforço de segurança haverá cerca de 2.000 agentes das forças da ordem no território.

Collomb, em entrevista ao canal de televisão "France 2", se defendeu das críticas da oposição pela demora do Governo na implementação de medidas de ajuda à população de San Martin e da de São Bartolomeu após a destruição causada pelo Irma.

"Tomamos desde o começo boas decisões. Os ciclones não são uma ciência totalmente exata", disse antes de detalhar que se antes do furacão havia em San Martin 1.100 pessoas dos serviços do Estado, agora são 2.000.

"Vamos organizar algo parecido na volta à normalidade na ilha. Vamos reconstruir as moradias e definir um plano para reconstruir San Martin", declarou o ministro.

Sobre a questão das pilhagens, que proliferaram em um contexto de ausência de serviços básicos como eletricidade e telefone, e de destruição material das principais infraestruturas e de muitas das moradias, o ministro estimou que "o número de forças posicionadas hoje em San Martin é considerável".

O presidente francês, Emmanuel Macron, deve chegar amanhã ao território.

Segundo os dados comunicados hoje pela ministra de Saúde, Agnès Buzyn, em entrevista à emissora "RTL", foram contabilizadas "11 ou 12 mortes" nesse território francês do Caribe, ainda que tenha acrescentado que se deve ser "prudente" com os números porque eles não são definitivos.

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