Falta de luz afeta 5,5 milhões de usuários na Flórida e 870 mil na Geórgia

Miami, 12 set (EFE).- Mais de 5,5 milhões de clientes de companhias fornecedoras de eletricidade na Flórida continuam sem luz nesta terça-feira devido à passagem do furacão Irma, embora o número tenha diminuído em relação a ontem, quando 6,2 milhões de usuários estavam sem fornecimento de energia.

Na Geórgia, que sofreu na segunda-feira o impacto de Irma como tempestade tropical, há aproximadamente 870 mil clientes sem eletricidade, o que equivale a quase 50% do total de clientes residenciais da companhia Georgia Power.

Segundo o Escritório de Gestão de Desastres da Flórida, o número de clientes sem luz é de 5,540,981, o que significa 52,76% do total de residências, empresas e instituições públicas e particulares do estado.

No condado de Miami-Dade, o maior condado em população da Flórida, são mais de 661.950 clientes sem fornecimento, ou seja, 58% do total, segundo o boletim oficial.

No condado de Monroe, que conta com o arquipélago Flórida Keys e onde Irma tocou terra no domingo como furacão de categoria 4, a porcentagem de usuários sem luz continua em 83% do total de clientes que vivem na região (52.939 clientes).

Já no condado de Broward, ao norte de Miami, estão sem eletricidade 484.214 clientes (52%), e no de Duval, onde fica a maior cidade da Flórida, Jacksonville, que foi seriamente prejudicada pelo transbordamento do rio St. Johns, 154.843 clientes continuam às escuras após a passagem de Irma.

Em Palm Beach, no sudeste do estado, mais de 410.770 clientes continuam sem eletricidade dois dias após o furacão, o que significa 54% do total do condado.

A Florida Power & Light, uma das companhias fornecedoras do estado, disse no Twitter que mais de 19 mil funcionários continuam as tarefas de restabelecimento de energia e que cerca de 1,1 milhão de clientes dos 4,4 milhões que foram afetados tiveram o serviço normalizado.

O Irma, que perdeu força e agora é uma depressão tropical, avança pelo estado do Alabama rumo ao norte. Antes de chegar aos Estados Unidos, ele chegou a ter categoria 5, a máxima na escala Saffir-Simpson, e causou pelo menos 37 mortes no Caribe.

Nos EUA, o furacão provocou 10 mortes em casos como queda de árvores e acidentes de trânsito.

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