Na ONU, Trump defende doutrina "EUA primeiro" como modelo para outros países

Nações Unidas, 19 set (EFE).- O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, defendeu nesta terça-feira, em sua estreia na Assembleia Geral da ONU, o princípio de "Estados Unidos primeiro" e disse que todos os líderes do mundo deveriam também pensar nos interesses de seus próprios países, embora sem abandonar a cooperação em certos temas.

"Como presidente, sempre colocarei os Estados Unidos primeiro, assim como os senhores, como líderes de seus países, deveriam sempre pôr seus próprios países primeiro", disse Trump em seu primeiro discurso na Assembleia Geral.

O governante pediu a "renovação do princípio de soberania", destacou que "todos os líderes responsáveis têm a obrigação de ajudar seus próprios cidadãos" e disse que o "Estado nação continua a ser o melhor veículo para elevar a condição humana".

No final do seu discurso, Trump retomou sua mensagem nacionalista e pediu um "renascimento das nações" que represente "o ressurgimento dos seus espíritos, seu orgulho, seus povos e seu patriotismo".

Trump garantiu que sua política externa é guiada "por resultados, não por ideologia", e que consiste em um "realismo de princípios, baseado em objetivos, interesses e valores compartilhados".

Ainda de acordo com o presidente dos EUA, os países da ONU não podem ser "espectadores da história" e ficarem "complacentes" diante do problema do terrorismo e de "um pequeno grupo de regimes rebeldes" como Coreia do Norte, Irã e Venezuela.

"Se os muitos justos não enfrentarem os poucos perversos, então o mal triunfará", advertiu.

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