Autoridades declaram estado de emergência em Vanuatu por conta do "Monaro"

Sydney (Austrália), 26 set (EFE).- As autoridades de Vanuatu declararam o estado de emergência na ilha de Ambae pela contínua erupção do vulcão Monaro, que motivou a saída de aproximadamente 5 mil aldeões, informaram nesta terça-feira os meios de comunicação locais.

O Monaro, no centro de Ambae, entrou em atividade há algumas semanas, mas isso aumentou rapidamente no último sábado, quando começou a expelir cinzas que já cobriram diversas aldeias e plantações no norte e sul da ilha, de 400km², de acordo com o serviço para o Pacífico da Rádio New Zealand.

As autoridades de Vanuatu elevaram o alerta em Ambae, do nível três para quatro, que na classificação sobre a atividade do vulcão representa uma erupção moderada.

"Até o momento, o vulcão expeliu cinzas e fumaça escura, bem como um pouco de lava", comentou Manuel Amu, presidente do comitê de desastres da ilha, em declarações citadas pela emissora, observando que se trata de "uma emergência muito grave".

As autoridades desta ilha do Pacífico Sul enfrentam dificuldades na evacuação, por conta da escassez de recursos como água, comida e moradia para atender as vítimas.

Os vulcões de Vanuatu, nove deles ativos, estão entre os mais acessíveis do mundo e são uma das principais atrações turísticas do país.

O mais famoso e popular pelo seu fácil acesso é Monte Yasur, na ilha de Tanna, enquanto que Monte Garet, em Gaua, que entrou em erupção em 2009, é potencialmente o mais perigoso, segundo o portal turístico do país.

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