Maduro declara minimalismo como "inimigo mortal da revolução"

Caracas, 29 set (EFE). - O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta sexta-feira que o "minimalismo" é "inimigo mortal" da chamada revolução bolivariana ao usar o termo como sinônimo de "burocratismo" e pediu para que os ministros e demais funcionários do governo trabalhem mais.

"Declaro o minimalismo inimigo mortal da revolução bolivariana, o minimalismo como expressão do burocratismo, como expressão do conformismo, como expressão de uma doença da alma, que não pode entrar na alma da revolução porque a revolução é motivação", disse ele.

Maduro deu esta declaração em rede nacional de rádio e TV do palácio presidencial de Miraflores, onde deu indicações a ministros e funcionários para que "não façam o mínimo" e planejem os "objetivos máximos".

"Não podemos ficar na agenda minimalista (...) isso é contrarrevolucionário. E digo mais, o minimalismo é contrarrevolucionário porque mata a revolução, afoga e asfixia", defendeu.

Ele afirmou que o ex-presidente Hugo Chávez, que faleceu em 2013, "sempre" dizia: "O minimalismo é uma das maiores doenças que o burocratismo expressa na revolução".

O presidente empregou o termo - que é usado para se referir a uma série de movimentos artísticos - como bandeira do seu discurso de hoje para estimular o "avanço da revolução" com mais trabalho.

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