Acusado de corrupção, vice-presidente do Equador diz que não renunciará

Quito, 1 out (EFE).- O vice-presidente do Equador, Jorge Glas, disse neste domingo que não renunciará, pois isso seria assumir a culpa no caso de associação ilícita do qual é acusado pela justiça e que está relacionado com o escândalo de propinas da Odebrecht.

"Renunciar à Vice-presidência seria como aceitar minha culpabilidade quando sou inocente", escreveu Glas em sua conta Twitter, pouco após o partido governista Aliança País (AP) aceitar seu pedido de afastamento das funções de dirigente da legenda enquanto durar a investigação contra ele.

O AP também o liberou temporariamente da disciplina partidária, o que permitiria a Glas, inclusive, responder publicamente a militantes do seu grupo político.

"Se algum companheiro me pedir a renúncia, isto seria mais uma das traições e saberemos quem está por trás para assumir a Vice-presidência", acrescentou o político em sua mensagem na rede social.

Este comentário surgiu após o presidente da Assembleia Nacional (Parlamento), seu correligionário José Serrano, insinuar a possibilidade de pedir a Glas que recuasse para que seu caso não prejudique o projeto político.

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