May congela taxas universitárias e aumenta ajuda para a moradia

Londres, 1 out (EFE).- A primeira-ministra do Reino Unido, Theresa Mai, anunciou neste domingo que congelará as taxas universitárias e aumentará a ajuda para a compra de uma primeira moradia, duas medidas dirigidas aos eleitores jovens, que anunciou no primeiro dia do congresso anual da sua legenda, o Partido Conservador.

Os "tories" realizam em Manchester (Inglaterra) seu primeiro congresso desde que perderam a maioria absoluta nas eleições de junho, uma reunião na qual May quer buscar apoio sua debilitada liderança do partido.

May antecipou que as matrículas universitárias serão mantidas em 9.250 libras anuais até 2019, em vez de aumentar em 250 libras para refletir a inflação.

O limite salarial a partir do qual os estudantes deverão começar a devolver os créditos com os quais pagaram a matrícula passará de 21.000 para 25.000 libras.

O Governo conservador planeja, além disso, dedicar 10 bilhões de libras adicionais para programas de ajuda à aquisição de uma primeira moradia, destinados a 135 mil compradores.

"Sabemos que o custo da educação superior gera preocupação. Por isso estamos nos comprometendo a ajudar os estudantes com um congelamento imediato dos níveis máximos de taxas", afirmou May ao jornal "The Sunday Telegraph".

A chefe de Governo insistiu em que prevê concorrer à reeleição em 2022, quando previsivelmente o Reino Unido já estará fora da União Europeia (UE).

"Lutarei nas próximas eleições. Não sou uma covarde, estou aqui para o longo prazo. Acredito que há trabalho a ser feito a longo prazo", afirmou May.

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