Celebridades prestam solidariedade a vítimas do massacre de Las Vegas

Los Angeles (EUA), 2 out (EFE).- Estrelas do mundo do espetáculo dos Estados Unidos expressaram tristeza nas redes sociais após o massacre ocorrido em Las Vegas, no estado de Nevada, no qual um atirador matou pelo menos 58 pessoas deixou mais de 500 feridas durante um show.

O autor do tiroteio, Stephen Paddock, um homem branco de 64 anos, disparou diversas vezes do 32º andar do hotel Mandalay Bay contra o lugar em que mais de 22 mil pessoas marcavam presença no festival a céu aberto de música country Route 91 Harvest Festival.

"Não há palavras para expressar a impotência e a pena que o meu coração quebrado sente pelas vítimas em Las Vegas e pelas suas famílias", disse Taylor Swift, cantora que começou a carreira musical no estilo country antes de triunfar no pop.

A cantora Lady Gaga descreveu o incidente como "terrorismo" e pediu para que o governo americano tome medidas para aumentar o controle de armas de fogo no país.

"Isto é puro e simples terrorismo. Terror não possui raça, gênero ou religião. Democratas e republicanos, por favor se unam agora", disse Gaga.

Para a cantora Rihanna, outro ícone do pop que dedicou uma oração às vítimas pelas redes sociais, o massacre de domingo "foi um horrível ato de terror".

Celine Dion, uma dos grandes nomes da música que tem um show permanente em Las Vegas, também afirmou que rezava por "todas as vítimas inocentes" e por seus familiares.

Diversos músicos country usaram as redes sociais para compartilhar a dor com os seus seguidores e companheiros de profissão.

Um desses nomes foi o da cantora Carrie Underwood, que disse ter acordado nesta segunda-feira com as "terríveis notícias" que chegavam de Las Vegas.

"As minhas mais profundas condolências e orações para qualquer um que tenha sido afetado pelo tiroteio em Las Vegas ontem à noite", se expressou o cantor Blake Shelton.

O mundo do cinema também se manifestou. O ator Neil Patrick Harris considerou uma "atrocidade" o ocorrido, enquanto a atriz Julianne Moore lamentou a "perda sem sentido de vidas" e se perguntou o que o Congresso americano está esperando para agir contra a violência por armas de fogo nos Estados Unidos.

O grupo jihadista Estado Islâmico reivindicou a autoria do ataque de domingo, mas o FBI (polícia federal americana) descartou nesta segunda-feira qualquer vínculo de algum grupo terrorista estrangeiro com o tiroteio.

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