Empresa chinesa mostra interesse em criar nova cidade em Barbuda

Saint Johns (Antígua e Barbuda), 15 out (EFE).- O governo de Antígua e Barbuda informou neste domingo que uma empresa chinesa mostrou interesse em criar uma nova cidade em Barbuda, que ficou inabitada após a passagem do furacão Irma em setembro.

Em um comunicado, o governo, que não informou a empresa em questão, apontou que a companhia é especializada em energia e moradia e já foi convidada para detalhar seu projeto ao ministro de Obras Públicas e Moradia, Eustace Lake.

Pela primeira vez em 300 anos, após a passagem de Irma não havia uma única pessoa em Barbuda, uma ilha que foi declarada inabitável pelo governo de Antígua e Barbuda após ter sido arrasada pelo ciclone.

Em 30 de setembro, foi permitido aos habitantes de Barbuda, que foram evacuados antes da chegada de Irma, retornar lentamente à ilha.

A empresa chinesa propôs construir um complexo de vários edifícios de apartamentos que poderiam suportar ventos de mais de 300 quilômetros por hora, apontou o comunicado.

No complexo também haveria supermercados, tinturarias, uma farmácia, restaurantes, um cinema, lojas de roupa, uma igreja e outros tipos de instalações.

Uma delegação da empresa chegará a Antígua e Barbuda em uma semana para se reunir com membros do governo local.

"Fomos comunicados que os preços serão acessíveis para famílias de possibilidades limitadas", acrescentou o comunicado.

O governo do primeiro-ministro Gaston Browne reiterou que são necessários mais de US$ 200 milhões para voltar a desenvolver a ilha, na qual residem cerca de 1.600 pessoas.

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