Promotoria pede prisão sem fiança para chefe da polícia catalã por sedição

Madri, 16 out (EFE).- A Promotoria da Audiência Nacional da Espanha pediu nesta segunda-feira a prisão incondicional sem direito a fiança para o chefe da polícia regional catalã, Josep Lluís Trapero, por sua atuação no referendo independentista de 1º de outubro, suspenso pelo Tribunal Constitucional.

Segundo um relatório da Guarda Civil, a polícia da Catalunha se caracterizou pela "inação" perante a ordem da Justiça de confiscar as cédulas e urnas usadas no referendo e fechar os colégios eleitorais.

Além de Trapero, também prestou depoimento perante a Audiência Nacional a intendente da polícia regional catalã Teresa Laplana, a quem a juíza Carmen Lamela deixou em liberdade com comparecimentos quinzenais, retirou o passaporte e proibiu de sair da Espanha, após a Promotoria pedir sua prisão com direito a liberdade sob o pagamento de uma fiança de 40 mil euros.

Igualmente estavam citados na Audiência Nacional os presidentes da Assembleia Nacional Catalã (ANC) e da Òmnium Cultural, Jordi Sánchez e Jordi Cuixart, respectivamente, ambos investigados por um crime de sedição, que na legislação espanhola passível de pena de oito a 15 anos de prisão.

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