Maioria do governo catalão destituído comparece à Justiça espanhola

Madri, 2 nov (EFE).- Nove dos 13 ex-conselheiros do governo catalão destituído compareceram nesta quinta-feira à Audiência Nacional da Espanha, onde são citados por vários crimes relacionados ao processo independentista, enquanto o ex-presidente Carles Puigdemont anunciou na quarta-feira que não compareceria ao tribunal.

O ex-vice-presidente catalão Oriol Junqueras foi o primeiro a chegar, e depois outros oito ex-conselheiros se apresentaram, todos eles antes das 9h (horário local, 6h em Brasília), para serem ouvidos pela juíza Carmen Lamela.

Enquanto isso, Puigdemont continua na Bélgica junto com quatro dos ex-conselheiros, segundo fontes ligadas aos ex-governantes catalães.

A juíza chamou Puigdemont e todos os ex-conselheiros para prestar depoimento, depois que a Promotoria os acusou de supostos crimes de rebelião, insubordinação e desvio por promover uma declaração de independência na região autônoma da Catalunha, o que é contrário à Constituição espanhola.

Também compareceram hoje ao Tribunal Supremo espanhol a presidente do Parlamento catalão, Carme Forcadell, e os outros cinco membros da Mesa da Câmara regional, contra os quais a Promotoria acusou dos mesmos crimes ao permitir a votação da declaração unilateral de independência no dia 27 de outubro.

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