Novo grupo jihadista reivindica atentado contra polícia em oásis egípcio

Cairo, 3 nov (EFE).- Um grupo jihadista desconhecido até agora reivindicou nesta sexta-feira a autoria da emboscada contra a polícia egípcia cometida há duas semanas na região dos oásis do deserto ocidental, na qual morreram pelo menos 16 militares.

O grupo, que se denominou como Seguidores do Islã, reivindicou o atentado em comunicado divulgado em fóruns jihadistas e redes sociais e cuja autenticidade não pôde ser verificada.

Segundo seu relato, os terroristas atacaram um grupo de veículos blindados com projéteis RPG e depois dispararam contra os policiais causando várias baixas entre os agentes, cujo número não detalhou.

Também assegurou que capturou um oficial e vários soldados, os quais pôs em liberdade depois de convidá-los a "arrepender-se" por enfrentar os jihadistas.

O grupo admitiu que no tiroteio, ocorrido no último dia 20 de outubro, perdeu a um homem e, nas operações militares efetuadas pelo exército egípcio nos últimos dias, morreram vários combatentes, entre eles um comandante identificado como Abu Hatem Amad al Din Abdelhamid.

Na emboscada morreram pelo menos 16 policiais, segundo números oficiais, embora informações não confirmadas tenham assinalado então que o número de falecidos poderia ter superado os 50.

Na terça-feira passada as forças armadas egípcias anunciaram o resgate do oficial de polícia Mohammed al Hais, sequestrado durante a emboscada.

As forças armadas fizeram uma série de ataques no deserto ao oeste do Cairo para atacar o grupo responsável pelo atentado, que não foi identificado por nenhuma fonte oficial.

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