Papa critica autoridade "opressiva", que se traduz em desconfiança

Cidade do Vaticano, 5 nov (EFE).- O papa Francisco rejeitou neste" domingo a forma de exercer uma autoridade que, longe de servir de exemplo para os cidadãos, "é opressiva, não permite que as pessoas cresçam e cria um clima de desconfiança e hostilidade, que leva também à corrupção".

Francisco fez estas reflexões desde o Palácio Apostólico e momentos antes da reza do Ângelus.

"A autoridade é uma ajuda, mas se for mal exercida, fica opressiva, não permite que as pessoas cresçam e cria um clima de desconfiança e hostilidade, que leva também à corrupção", condenou.

O papa ressaltou que um dos defeitos mais frequentes dos que dispõe de uma autoridade, "seja civil ou eclesiástica", é exigir coisas "que depois" não praticam em primeira pessoa.

Ao contrário, prosseguiu, a autoridade deve servir de "exemplo para ajudar os outros a praticarem o que é justo".

Além disso, Francisco aconselhou que os católicos que não busquem títulos de honra, de autoridade ou supremacia. "Pessoalmente, dói ver pessoas que psicologicamente andam correndo atrás de reconhecimento", acrescentou.

Finalmente, o papa destacou a modéstia como um valor essencial a levar em conta diariamente e criticou os que se consideram "superiores aos outros".

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